science care fisioterapia domiciliar

                                                                                                                                                                                                                                                                      

          

Empresa Especializada em Fisioterapia Domiciliar

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A Science Care Fisioterapia oferece tratamento de fisioterapia pediátrica domiciliar, com profissionais altamente qualificados, com larga experiência e supervisionados por coordenadores titulados Mestres e Doutores pelas principais Universidades Nacionais e Internacionais.

 

OBJETIVO: Avaliar a evolução clínica e comparar a eficácia do tratamento fisioterapêutico intensivo ou mínimo, em neonatos e lactentes com torcicolo congênito.

MÉTODOS: Foram atendidas no Ambulatório de Fisioterapia e Cirurgia Pediátrica do Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas 47 crianças com torcicolo congênito. Analisaram-se, retrospectivamente, antecedentes maternos, neonatais, apresentação clínica e tratamento fisioterapêutico, classificado de acordo com a frequência das sessões de fisioterapia. O tratamento intensivo foi definido como sessões de fisioterapia realizadas pelo fisioterapeuta no ambulatório, acrescidas de exercícios diários realizados pelos pais em domicílio. O tratamento mínimo foi considerado quando apenas o fisioterapeuta realizava as sessões semanalmente no ambulatório, sem a participação dos pais.

RESULTADOS: Quanto às características demográficas da população, observou-se: idade média materna=26 anos; parto normal=40 (85%); mães primigestas=35 (75%); idade média ao diagnóstico=50 dias. A presença de nódulo intramuscular foi notada em 46 (98%) pacientes. As seguintes doenças estiveram associadas: luxação congênita de quadril igual=4 (8%); fratura de clavícula=2 (4%); pé torto congênito=1 (2%). O tratamento intensivo foi realizado em 34 (72%) pacientes e a cura observada em 100%, após 74 dias, em média. O tratamento mínimo foi aplicado em 13 (28%) pacientes e a cura observada em dez (77%), tratados em média por 130 dias.

CONCLUSÕES: O torcicolo congênito apresentou evolução clínica favorável em ambos os grupos. O tratamento intensivo propiciou maior índice de cura em menor tempo de tratamento.

Rev. paul. pediatr. vol.26 no.3 São Paulo Sept. 2008

A Science Care Fisioterapia oferece tratamento de fisioterapia pediátrica domiciliar, com profissionais altamente qualificados, com larga experiência e supervisionados por coordenadores titulados Mestres e Doutores pelas principais Universidades Nacionais e Internacionais.

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A Science Care Fisioterapia oferece tratamento de fisioterapia pediátrica domiciliar, com profissionais altamente qualificados, com larga experiência e supervisionados por coordenadores titulados Mestres e Doutores pelas principais Universidades Nacionais e Internacionais.

 

A marcha em pontas tem uma incidência de 7-24% na população pediátrica em geral e é uma causa relativamente frequente de referenciação à consulta de neurologia pediátrica. A marcha em pontas idiopática ocorre em crianças saudáveis, sem espasticidade e com reflexos osteotendinosos normais; é evidente desde o início da marcha autónoma, sempre bilateral e não progressiva. A sua etiologia é desconhecida, pelo que se trata de um diagnóstico de exclusão. Assim, na avaliação destas crianças é essencial estar alerta para sinais sensoriais ou motores, pois este padrão de marcha pode ser o primeiro sinal de patologia tal como paralisia cerebral, distrofia muscular congénita ou perturbação do espectro do autismo. As opções terapêuticas passam por tratamentos conservadores, como fisioterapia, utilização de calçado formativo, talas ou ortóteses, ou tratamentos mais invasivos, como uso de gessos seriados, aplicação de toxina botulínica ou cirurgia.

Neste artigo de atualização pretende-se: abordar alguns aspetos epidemiológicos e fisiopatológicos, rever a apresentação clinica e diagnósticos diferenciais e propor orientações para o seguimento e tratamento em idade pediátrica.

Nascer e Crescer vol.25 no.1 Porto mar. 2016

A Science Care Fisioterapia oferece tratamento de fisioterapia pediátrica domiciliar, com profissionais altamente qualificados, com larga experiência e supervisionados por coordenadores titulados Mestres e Doutores pelas principais Universidades Nacionais e Internacionais.

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A Science Care Fisioterapia oferece atendimento de fisioterapia respiratoria domiciliar para fibrose cística, com profissionais altamente qualificados, com larga experiência e supervisionados por coordenadores titulados Mestres e Doutores pelas principais Universidades Nacionais e Internacionais.

Objetivo

Avaliar o grau de adesão autorrelatada às recomendações fisioterapêuticas em pacientes pediátricos (6-17 anos) com fibrose cística (FC) e determinar se os diferentes níveis de adesão se correlacionam com a função pulmonar, aspectos clínicos e qualidade de vida.

Métodos

Estudo transversal no qual os pacientes e responsáveis responderam um questionário sobre a adesão à fisioterapia recomendada e um questionário da qualidade de vida em FC. Foram coletados dados demográficos, espirométricos e bacteriológicos, assim como a frequência de internações e resultados do escore clínico de Shwachman-Kulczycki (S-K).

Resultados

Participaram 66 pacientes. As médias de idade, VEF1 (em % do previsto) e IMC foram, respectivamente, 12,2 ± 3,2 anos, 90 ± 24% e 18,3 ± 2,5 kg/m2. Os pacientes foram divididos em dois grupos: alta adesão (n = 39) e moderada/baixa adesão (n = 27). Não houve diferenças estatisticamente significativas para idade, sexo, renda familiar e escore clínico de S-K total na comparação dos dois grupos. Houve diferenças estatisticamente significativas entre os grupos alta adesão e moderada/baixa adesão, este último mostrando valores significativamente menores para o domínio "achados radiológicos" do escore clínico de S-K apresentou (p = 0,030), um maior número de hospitalizações (p = 0,004) e de dias de internação no último ano (p = 0,012), assim como menores escores para os seguintes domínios do questionário de qualidade de vida: emocional (p = 0,002), físico (p = 0,019), tratamento (p < 0,001), saúde (p = 0,036), social (p = 0,039) e respiratório (p = 0,048).

Conclusões

A baixa adesão autorrelatada às recomendações fisioterapêuticas associou-se com piores achados radiológicos, maior número de hospitalizações e diminuição da qualidade de vida em pacientes pediátricos com FC.

J. bras. pneumol. vol.42 no.1 São Paulo Jan./Feb. 2016.

A Science Care Fisioterapia oferece atendimento de fisioterapia respiratoria, com profissionais altamente qualificados, com larga experiência e supervisionados por coordenadores titulados Mestres e Doutores pelas principais Universidades Nacionais e Internacionais.

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A Science Care Fisioterapia oferece atendimento de fisioterapia pediátrica para crianças asmáticas, com profissionais altamente qualificados, com larga experiência e supervisionados por coordenadores, titulados Mestres e Doutores pelas principais Universidades Nacionais e Internacionais.

INTRODUÇÃO: A asma é uma desordem inflamatória crônica que, em casos graves, altera o fluxo aéreo, mesmo no período intercrise.

OBJETIVO: Verificar, em crianças asmáticas, a influência das posturas sentada ereta e sentada inclinada para frente sobre o efeito da nebulização medicamentosa, avaliando as forças inspiratória e expiratória máximas (PI máx e PE máx) e o pico de fluxo expiratório (PFE).

MÉTODO: 57 crianças, na faixa etária de 6 a 12 anos, foram distribuídas em três grupos: Grupo I, com crianças na postura sentada ereta e sentada inclinada para frente; Grupo II, com crianças na postura sentada ereta antes e após a nebulização; e Grupo III, com crianças na postura sentada inclinada para frente antes e após a nebulização. As crianças foram avaliadas três vezes nas medidas analisadas. Para comparação, foi utilizado o teste t de student (pareado)

RESULTADOS: A PI máx, a PE máx e o PFE foram maiores na posição sentada inclinada para frente, com p = 0,003, p = 0,006 e p = 0,000, respectivamente. Após a nebulização, o Grupo II apresentou aumentos de 44,16% na PI máx, 36,02% no PEF e 34,88% na PE máx. Após a nebulização, o Grupo III apresentou elevação de 69,46% na PI máx, 60,87% na PE máx e  52,05% no PFE. Comparados os grupos II e III, os ganhos são maiores no Grupo III, com (p < 0,05) para as medidas do PFE e da PE máx.

CONCLUSÃO: A postura sentada inclinada para frente oferece maior vantagem mecânica para a musculatura expiratória, favorecendo a redução da obstrução, por evidenciar aumentos na PE máx e no PFE.

Fisioter. mov. vol.25 no.3 Curitiba July/Sept. 2012

A Science Care Fisioterapia oferece atendimento de fisioterapia pediátrica, para crianças asmáticas, com profissionais altamente qualificados, com larga experiência e supervisionados por coordenadores, titulados Mestres e Doutores pelas principais Universidades Nacionais e Internacionais.

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A Science Care Fisioterapia oferece atendimento de fisioterapia pediátrica domiciliar no pós operatório de cirurgia cardíaca, com profissionais altamente qualificados, com larga experiência e supervisionados por coordenadores, titulados Mestres e Doutores pelas melhores Universidades Nacionais e Internacionais.

RESUMO

OBJETIVO: Avaliar a incidência e o risco de complicações pulmonares em crianças submetidas a intervenção fisioterapêutica pré e pós-operatória nas cirurgias cardíacas, bem como comparar com aquelas submetidas apenas a intervenção fisioterapêutica pós-operatória.

MÉTODOS: Ensaio clínico aleatório, que incluiu 135 pacientes de zero a 6 anos com cardiopatias congênitas, submetidos à cirurgia cardíaca. Os pacientes foram aleatorizados para grupo intervenção (G1), que realizou fisioterapia pré e pós-operatória, ou para grupo controle (G2), somente fisioterapia pós-operatória. Para comparar as variáveis entre os grupos foi utilizado o teste de Mann-Whitney e o Qui quadrado. Foi calculado o risco absoluto e sua magnitude por meio do número necessário para tratar. A significância estatística foi estipulada em 5% (P<0,05).

RESULTADOS: No G1, 17 (25%) pacientes tiveram complicação pulmonar e, no G2, foram 29 (43,3%) (p=0,025). A complicação mais frequente foi pneumonia e, dos 17 pacientes do G1 que complicaram, sete (10,3%) desenvolveram pneumonia, seis (8,8%) atelectasia e quatro (5,9%) associação das duas. No G2, 13 (19,4%) pacientes tiveram pneumonia, oito (11,9%), atelectasia, e oito (11,9%), pneumonia associada à atelectasia. A redução do risco absoluto para o desfecho primário foi de 18,3% e o número necessário para tratar foi calculado em 5,5.

CONCLUSÃO: A fisioterapia respiratória pré-operatória reduziu significativamente o risco de desenvolvimento de complicações pulmonares no pós-operatório de cirurgia cardíaca pediátrica.

Rev Bras Cir Cardiovasc vol.23 no.3 São José do Rio Preto July/Sept. 2008

A Science Care Fisioterapia oferece atendimento de fisioterapia pediátrica, com profissionais altamente qualificados, com larga experiência e supervisionados por coordenadores, titulados Mestres e Doutores pelas melhores Universidades Nacionais e Internacionais.

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